quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Assim caminha a humanidade

Hoje vi uma cena muito triste, mas infelizmente muito comum nos dias atuais. Um homem, na verdade quase um senhor, que aparentava uns 50 anos, pedindo esmola em um sinal de trânsito numa rua muito movimentada aqui em Recife. Essa realmente não seria uma cena que chamaria a atenção justamente por ser tão comum, mas algo naquele senhor me prendeu a atenção. Ele estava muito magro, seus ossos se sobressaltavam sob suas roupas levemente rasgadas mas muito sujas e gastas mas incrivelmente, ele sorria. Um sorriso bondoso e simpático, que ele distribuiu a todos que, como eu, negaram-lhe uma pequena boa ação. Sinceramente, isso me deixou abismada porque a cara que geralmente vemos quando alguém pede esmola é uma cara de infelicidade, aquela cara de quem realmente não está feliz naquela posição de pedinte. E ele parecia realmente feliz. E aí me veio uma série de pensamentos sobre o que nós, seres humanos estamos fazendo. Não só com o mundo, mas com nós mesmos. Olhemos ao nosso redor! Olha o tanto de pessoas que morre de fome todos os dias e o tanto de pessoas que gasta fortunas em artigos de luxo pra esfregar na cara dos outros! E parece que ninguém está ligando pro que acontece fora do próprio umbigo! Parece que agora tudo que nos importa é a NOSSA família, os NOSSOS amigos, a NOSSA vidinha... e quanto aos outros? E quanto às milhões de pessoas sofrendo no mundo que a gente não conhece? Será que elas merecem menos ser felizes do que quem a gente conhece? Ah, gente, vamos lá, né! Tenhamos um pouco de consciência! E ainda tem gente que quer culpar só o governo por tudo isso, eles não entendem que infelizmente, o buraco é mais embaixo. O problema não está num governo ou num governante, o problema está em todo um sistema que engrandece as diferenças entre ricos e pobres sobre uma falsa faixada de "mobilidade social". Nos empurram um modelo de vida guela abaixo e se você não engolir e se encaixar, te pintam de louco. Eu sei que pode parecer que estou tentando derrubar o sistema, fazer a revolução ou algo assim, mas e daí? Qual o problema com os revolucionários? Aonde foram parar aqueles milhares de jovens que queriam mudar o mundo, torná-lo um lugar melhor pra TODOS nós vivermos? "Cresceram" me diz uma vozinha ao fundo, mas mesmo assim eu não consigo me conformar com isso. Isso tudo não está certo. Nos transformamos em uma sociedade que nasce, cresce e morre para o consumo. Nós somos impelidos a cada vez conseguirmos empregos melhores e a ganhar mais dinheiro pra poder consumir mais e consumimos mais pra termos mais coisas com que gastar dinheiro, assim precisaremos de mais dinheiro. E enquanto isso destruimos nosso mundo, nosso lar. Só pra ter mais coisas pra comprar e ter que trabalhar mais pra ganhar mais dinheiro pra comprá-las! Então eu só gostaria de pedir que fôssemos mais generosos e menos egoístas, sabe? Se há tanto, se dá pra todo mundo ser feliz, porque guardar essa felicidade pra uns poucos simplesmente por que eles podem pagar por ela? Então acreditem que sim, a gente pode mudar o mundo, a partir do momento em que mudamos o interior de nós. Mas não se iludam, viu, isso não é suficiente! A mudança interior é importantíssima sim, quando vem acompanhada de uma mudança de atitude, de vida, de princípios! Não desistam de tentar, sem você nessa luta nunca seremos um mundo melhor e estaremos dando péssimos exemplos pras próximas gerações. Então vamos lá, povo, vamos mudar o conceito, vamos revolucionar o mundo e a nós mesmos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O Tempo é inevitável, a vida também.

Se alguém ainda lê ao que esta autora que vos fala escreve, DESCULPAAA! É que eu realmente estava desinspirada pra escrever algo, e realmente prefiro ficar calada do que falar besteira, então achei melhor dar um hiato no blog enquanto não estava realmente inclinada a escrever algo que prestasse. Mas agora voltei!!! Bom, agora que os esclarecimentos já foram dados, vou começar o meu post de verdade, e como você já deve ter adivinhado pelo título, eu vou falar sobre ele, o vilão e o herói mais amado e odiado de todos os tempos, aquele que cura tudo mas que volta a machucar, o tempo. Ai, é muito complicado falar sobre o tempo... afinal, ele é tudo. A flor que está a morrer, o neném na barriga da sua mãe, a paixão de duas pessoas, o ódio por uma injustiça cometida, a falta de afeição... tudo é tempo. Não falando no sentido substancial, é claro, mas sim no abstrato da coisa, se é que me entende. Mas sim, o tempo é muito expansivo em significados portanto é infundado achar que acharemos uma definição pra tal coisa. Poetas, músicos, físicos, astrônomos, religiosos, amantes... todos tentam a séculos entender a essência de algo que simplesmente não se pode explicar, que muda a cada milésimo de segundo, e que nas lindas palavras de Cazuza, não pára. Mas então, se é verdade que ele nunca pára, que está sempre prosseguindo, indo pra frente, então seria mesmo verdade que ele cura tudo? Angústias, medos, desilusões, tudo é curado mesmo pelo tempo? Olha, na humilde opinião da autora que vos fala, não. Há coisas que nem o tempo pode curar SE o coração não estiver pronto pra deixar-se curar pelo tempo. Talvez às vezes podemos achar que o tempo é quem nos muda, quem nos faz ser quem somos, mas não é, na verdade, é o contrário, nós o fazemos. O tempo sem a vida seria apenas um vácuo sem vida, e a vida sem a humanidade, vamos combinar, seria bem sem graça, ? Nós que fazemos a escolha de tudo na nossa vida: escolhemos deixar-nos amar, ou deixar-nos ser amados, escolhemos se vamos viver de acordo com nossos sonhos ou com nossos medos, de acordo com o que queremos que o mundo seja ou com o que sabemos que ele não é. Na realidade, o único momento em que o tempo manda realmente em nós (e nem é tanto assim porque tem gente que corre atrás disso) é na hora da morte mesmo, e nós morremos de medo dele por causa desse pequeno momentinho de subordinação, que na verdade, pra ele é merecido, porque ele passa o tempo todo a nosso mercer e nós não queremos dar nem essa gostinho ao coitado?! Mas bom, eu também gostaria de avaliar o valor que damos ao tempo, ao futuro, ao incerto. Quantos de nós parcelamos um carro durante 5 anos? O que significaria passar 1/15 da sua provável vida pagando uma parcela de uma coisa que talvez você nem vá usar! Bom, já estou entrando em economia então é por aqui mesmo que eu fico, já que matemática é a última coisa da qual esse blog está inclinado a falar e eu a escrever. Espero que tenham, gostado de mais um dos meus posts viajados ou, pelo menos que o tenham entendido. Obrigado por perderem, uns 5-10 minutos da sua vida, lendo algo que escrevi (tudo bem, parei com a matemática por aqui XD). Mas, como é de praxe, deixarei uma frase que eu acho que combina com esse momento:
" O tempo foi algo que inventaram para que as coisas não acontecessem todas
de uma vez."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

I'm just scared, just it.

Angústia. É o que estou sentindo agora, pura e simples angústia. Não sei se todos que lerão esse post já sentiram algo tão ruim de se sentir, mas para os que já sentiram, devo dizer que são corajosos. Eu não sei bem quais são os sintomas gerais pra se dizer que está com agústia por isso vou contar o que eu sinto nessas horas, até porque estou angustiada nesse exato momento, muito angustiada e preciso falar isso de algum modo. Falta-me o ar. Quero respirar e não consigo e não, não tenho asma. Quero sorrir e não consigo, parece-me que me falta forças pra reunir e mover os músculos necessários. Quero arrancar essa sensação de que as coisas não estão bem e que podem piorar do meu peito o mais rápido possível antes que me consuma por inteiro. Quero arrancar esse mal estar que me faz pensar besteira sobre uma besteira. Mas principalmente, quero acabar com esse sentimento de que posso perder quem eu amo a qualquer momento, tanto fisica como emocionalmente. Quero parar de querer chorar toda vez que penso que talvez perca de verdade. Quero parar de realmente chorar quando me sinto sozinha por você não estar por perto. Quero perder esse medo de querer você, mais do que a todas as coisas, mais do que a todas as pessoas, só porque você me faz tão bem. Não, não é dependência. Eu consigo ser feliz sem você, eu realmente consigo, eu apenas não quero. Nem agora, nem nunca mais viver sem você. Não é uma necessidade, é um desejo. Um desejo que lutaria contra o mundo pra ver realizado, pra ter você ao meu lado pra sempre. Quero que essa angústia imbecil que me machuca profundamente, continue sempre a me avisar quando você não está bem, porque você agora é uma parte de mim, uma parte localizada estrategicamente do lado esquerdo do meu peito, logo ali, expremido entre um pulmão e outro. É verdade que eu posso viver sem você, só apenas não consigo mais me imaginar fazendo isso. É verdade que eu posso rir sem você, sinceramente eu posso, só não serão os risos mais lindos pois estes eu só dou ao seu lado. É verdade que eu posso continuar seguindo a minha vida sem você, só não garanto que meu caminho de pedras será rodeado de flores, como será com você. É verdade que eu posso ser eu mesma sem você, só não serei o melhor que eu posso ser, pois só sou o melhor de mim ao seu lado. Mas, sinceramente, de todas as verdades esta é a mais sinceramente verdadeira: Eu posso amar sem você... pois mesmo que um dia eu venha a ficar sem você, eu te amarei pra sempre.

I'm sorry if I did something wrong, you know me, I'm just me, I'm just imperfect. But even imperfectly, all I can say in defense of myself is it:

I love you.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Os 10 mandamentos da mulher menstruada :#

Todas nós, mulheres, sabemos qual é o tormento que é ficar menstruada e ter
que aguentar as infernais cólicas e o extresse e a vontade de chorar e tudo
isso... Então aqui estão 10 mandamentos que podem(ou não...) ajudar a gente
a
melhorar de vida naqueles dias.

1º Não comerás chocolate, pois vós ireis ficar cheias de espinhas se
fizeres isso;
2º Não usarás calcinhas frouxas pra dormir, pois elas não seguram o
absorvente direito;
3º Não ficarás estressadas, pois se não porque
existiria a TPM?;
4º Não marqueis compromissos, pois não sabes à que horas a
cólica irá chegar;
5º Não comprareis absorventes baratos, pois eles não
aguentam o seu fluxo;
6º Não brigueis com ninguém pois, estás com uma
grande tendência a chorar por qualquer coisa;
7º Não chorareis se chegares a brigar;
8º Não economizeis no analgésico, pois a cólica vai ser
braba, minha filha!;
9º Não saireis pra balada, pois você pode dar uma
voadora em quem chegar em você na hora em que a cólica estiver forte;
10º Não, NÃO faças depilação nesses dias! Afinal, você é doida ou o quê?!


Espero que tenham curtido as dicas, tá? Tentei postar uma coisa útil
dessa vez, não sei se consegui realmente mas, pelo menos acho que fiz vocês
rirem um pouquinho, ? Beijos, e ah, mulheres: FORÇA NA PERUCA! OU MELHOR, NO ÚTERO! :B


quinta-feira, 8 de julho de 2010

Is just the love, people... Just the love.

Só o título já diz, né? É o amor, gente, só o amor. É ótimo, né? Estar apaixonado(a). Vamos combinar que mesmo quando não se é correspondido, ele não deixa de nos parecer um sensação mágica, uma coisa que não cabe em nós, que precisa ser externado, expressado, gritado aos quatro ventos. Eu sei que do ponto de vista de alguém que não está apaixonado no momento, é até idiota tudo isso, e não parece muito verdade, mas é sim. Que é surreal, é, mas fazer o que? Todos nós estamos destinados a nos apaixonar pelo menos uma vez na vida, e todos vamos sentir qual o inferno e o paraíso que é estar apaixonado. Aquele frio na barriga torturante, a segurança que sentimos quando ele(a) nos abraça, o paraíso quando ele(a) nos beija, o inferno que é não ser correspondido, o vazio que é não tê-lo(a) por perto... Parece que tudo que ele ou ela faz acaba inevitavelmente nos mandando para o céu ou para o inferno. E me parece que o céu nunca foi tão lindo e o inferno tão cruel antes, pois tudo começa a ser elevado a um milhão, todas as sensações, todos os sentimentos, tudo por mais que a gente tente, por mais que prometamos, parece girar em torno da pessoa que amamos. E isso pras pessoas da fora parece dependência, e sinceramente, pode realmente ser dependência, mas é uma tão boa, que a gente nem percebe se não nos falarem. Mas isso pode magoar, temos que tomar cuidado com isso, principalmente porque mesmo sendo difícil, não podemos só pensar e ficar com quem se ama, temos que ter uma vida fora isso também, por isso, tomem cuidado, tá? Bom, eu vim aqui pra falar sobre o amor e a paixão, com seus lados bons e ruins mas sabendo que é impossível resumir sentimentos tão amplos e complexos numa vida, imagine num post só! Enfim, apaixonar-se é uma arte, sonhar com a pessoa amada, com um futuro, com uma continuidade, com o presente, com um segundo... de amor. Amar é bom, e admito, amo sim, não sei amar pela metade, amo demais, às vezes descontroladamente, às vezes em segredo, timidamente, ou simplesmente às vezes não amo. A vida é isso, e se resume exatamente a amar ou não amar, e saber que o amor é imprescindível mesmo para aqueles que estão no estágio de não amor naquele momento. Amem, amem muito, amem sempre, mas nunca, nunca renunciem ao amor. Podem até não amar em algum momento, ou em todos, mas nunca renunciem ao amor se ele realmente existir. Vou terminar esse post com um pequeno texto de um cara chamado Victor Hugo, de quem sinceramente nunca soube quem era, mas que escreveu uma frase muito especial, que cabe perfeitamente neste post:
"A medida do amor é amar sem medida"

PS. Eu te amo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Inseguranças e pizzas.

Primeiro: queria pedir desculpas a todos os que lêem este blog, por ter sumido por tanto tempo, deixando o blog meio abandonado, desculpem mesmo. Estou com o meu pc quebrado e em semana de provas na escola, o que não facilita muito a situação que já é bem complicada só pela falta de um pc pra postar. Segundo: gostaria de avisar que pelo motivo do pc estar quebrado, vou passar um período postando muito raramente, mas quando voltar, será pra valer =D Bom, era isso o que eu tinha de importante pra informar.

Hoje eu vim falar sobre Insegurança. Não sei se já falei sobre isso aqui no blog, mas se já, desculpem, pois vou falar de novo. Gente, insegurança é meio que normal, principalmente na nossa idade, 13 - 19 anos, que é o tempo que demora a nossa adolescência. Somos meio que obrigados a seguir aquele padrão de modelo: alta(o), magra(musculoso) e linda(o), verdade que também por nossa própria culpa, que fomos impelidos por essa sociedade capitalista e superficial a julgar as pessoas pela imagem e a seguir essa linda mentira que é dizer que um dia chegaremos lá. Mas não chegaremos. Não é pessimismo, é só a verdade. O ser humano é imperfeito, logo não podemos achar uma imagem perfeita dos outros nem de nós mesmos, sempre terá algo que queiramos mudar ou melhorar um pouco e isso nós podemos fazer. Tentar melhorar é sempre bom, os torna pessoas de bom caráter e felizes consigo mesmos. E quando não é o padrão visual que temos que seguir, é o de atitudes. É comum dizermos:"Meus amigos fazem, porque eu também não posso fazer?". Bom, a resposta é meio óbvia: Porque você é você e seus amigos são seus amigos. Não temos que ser iguais a ninguém, até porque por mais que tentemos, nunca conseguiremos ser completamente a imagem e semelhança de outra pessoa. Mas o problema é que algumas pessoas acham que temos sim de ser homogêneos em quem somos e isso influencia aos outros que não conseguem ou não querem imitá-las a se sentirem por fora, caretas, diferentes... Inseguros. A insegurança pode ser comparada às gorduras contidas nas pizzas, na minha opinião. Pra viver, tem que conviver com elas. Do mesmo jeito com as gorduras das pizzas, pra comer pizza, a gente tem que aprender que as gorduras também vão vir, ? Ou não aprenda e ature as celulites depois, mas isso já daria outro post sobre dietas, então vamos parar por aqui XD Então a minha dica de hoje é essa: Conviva com as suas inseguranças e saiba que por mais que não aparente, o outro também as têm. E não se esqueça que mesmo na maior união, somos diferentes e únicos. E qualquer coisa, se bater aquela insegurança na hora H, lembre-se: enjoy(aproveite)! Jogue tudo pro alto, porque ser alta, magra e linda pode até ser bom, mas duvido que elas possam comer uma pizza de pepperoni esborrando de queijo como a gente e ser felizes(mesmo com as malditas celulites)!

KISSUSS!!! (By: Tali-chan)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vasilidade/Cheiosidade

Primeiramente, me desculpem por ter ficado tanto tempo sem
postar! Minha
internet se revoltou comigo, e meu pc também, então me
desculpem mesmo.
Ok
, então, Let's go! Hoje eu vou falar sobre se sentir vazia ou cheia de alguma coisa. Bom, eu estava me sentindo meio vazia ultimamente, então resolvi escrever sobre isso, pra ver se exorcisava, sabe? Toda vez que estiver mal com algo, vou fazer um post, é calmante. Essa questão de se sentir vazio é meio relativa, pelo menos pra mim. Eu me sinto vazia, até com uma certa frequência e pelos mais variados motivos, mas mesmo assim não consegui
formular uma verdadeira definição de como é se sentir vazio, acho até que porque o nome já diz tudo e mais um pouco. Se senti vazio é muito ruim, você se sente fora das coisas, mesmo que sem motivo algum, fica triste por se sentir assim e se sente um nada, o próprio vácuo em pessoa. Mas não é motivo pra desespero não, sentir-se assim como se fosse uma coisa sem vida, sem nada, é normal na adolescência, até porque, temos de admitir, somos muito bons em fazer da vida um drama mexicano. Tudo parece tão maior do que é e tudo que é realmente importante, nós não nos importamos muito. É meio triste essa sensação, de não ser nada, de ser apenas uma espectadora das coisas, alguém que não muda, não transforma, não tenta, não vive. Deve ser triste viver assim, mas eu realmente não sei. Porque o meu vazio,
felizmente, é só temporário, igual à de cheiosidade. Também é temporário, pois como diria um grande filósofo
chamado Papai "Isso também passará." Meu pai me disse isso uma vez. E só bastou essa, eu nunca mais esqueci. É nessa frase que eu penso quando estou com problemas e
preciso de um fio de esperança. Ela me dá esperança, de verdade. E a esperança é o primeiro passo de uma uma pessoa "Cheia". Não confudam essa cheia, com
cheia de si, pois não é a isso que estou me referindo. É ao fato de que assim como nos sentimos vazios, tem horas que nos sentimos totalmente cheios e completos com o
que somos, com o que vivemos e com o que sonhamos. Enfim, com tudo. É a esperança que nos move a ser quem somos, que nos faz persistir em sermos felizes, que nos faz evoluir. E agora aprendemos mais uma palavra do nosso
vocabulário das pessoas cheias e vazias, a evolução. Gente vazia não evoluí, gente vazia não ama, gente vazia não existe. Somos todos vazios echeios, Yins e
Yangs que se completam juntos, e que não fazem absolutamente nada se separados. Somos
apenas as duas metades de anjos caídos. Nascidos de Deus e tocados pelo medo com poder o suficiente para duvidarmos do que somos. Nós temos que acordar,
somos vazios, somos cheios, somos bons, somos ruins, somos héteros e gays, somos felizes e infelizes. Somos pessoas, apenas isso. Pessoas. E você que está lendo esse texto e está se sentindo vazio, lembre que a vasilidade é algo tremendamente normal, mas a cheiosidade
também. Vão ser felizes, vão procurar de onde vem as suas dúvidas e assim, as esclareça. E mesmo que o seu vazio seja muito grande e ninguém se aproxime
daquela saleta escura aonde você trancou sua
mente, não importa. Você é humano, imperfeito, vazio, cheio, louco, santo, malvado e revoltado. Mas
você é você e isso é mesmo um grande avanço, viu?
Orgulhe-se e não tente ficar bem o tempo todo, porque não adianta mesmo, curta omomento, bom ou ruim, porque ele vai acabar. Boa sorte, minhas crias, espero que
não passe muito mais tempo sem postar aqui pra vocês e que talvez um dia, meus posts façam algum sentido.
Beijos.